Capsi promove confraternização com Arraiá Junino

Atendidos e seus familiares se divertiram pra valer com pula-pula, piscina de bolinha e jogos de ping-pong

Quinta-Feira, 12/07/2018 | Superintendência de Comunicação .

Nos meses de junho e julho o que não faltam são festas juninas. O Centro de Atenção Psicossocial Infantil (Capsi) não poderia ficar de fora e na tarde de quarta-feira (11) realizou o seu Arraiá. Além da confraternização entre os atendidos e seus familiares, teve muita animação e várias guloseimas tradicionais desta época do ano.
- Nosso objetivo principal quando realizamos esse Arraiá é promover a confraternização, mas o evento vai além disso. Momentos como este servem para a criança ir criando tolerância com aglomeração de pessoas, com o som mais alto e também para observarmos a interação dela com os seus familiares – explicou a assistente do Capsi, lembrando que ao longo do ano são realizadas outras três festas: Bailinho de Carnaval, Dia das Crianças e Fim de Ano.
Alverina Alves Dias é mãe de Nicolas Alves Dias, de 16 anos, que é autista. Enquanto ela observava de longe o filho aguardando pacientemente sua vez de brincar, contou como confraternizações como o Arraiá têm sido importantes para melhorar a qualidade de vida de seu filho.
- No início ele não brincava, hoje interage, brinca. Nicolas fica melhor nos ambientes de festa e já não se incomoda com o barulho. Hoje ele tem noção do que pode ou não fazer – destacou.
Durante o Arraiá as crianças, jovens e seus familiares puderam se divertir com pula-pula, piscina de bolinha, jogos de ping-pong, além de um espaço destinado a quem gosta de desenhar e pintar. O Superintendente de Atenção à Saúde prestigiou a festa.
O Capsi atende a crianças e adolescentes até 18 anos, com autismo e transtornos mentais graves e persistentes, incluindo usuários de drogas e álcool e pacientes com psicose ou que tenham tentado suicídio.
No Capsi uma equipe multidisciplinar promove oficinas de cantiga de roda; expressão musical; expressão plástica; expressão corporal e extra-muro. Em média são realizados mais de 900 atendimentos com os usuários e/ou seus familiares por mês.
Desde 2008, quando foi criado, já passaram por lá 1160 pessoas. Atualmente estão sendo atendidos 102 pacientes com espectro do autismo; 45 por uso abusivo de drogas; 8 por tentativa de suicídio e 42 por transtornos diversos, como esquizofrenia.
O Capsi está localizado na Rua Sílvio de Castro Galindo, nº 02, Balneário.




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